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A mostrar mensagens de maio, 2010

1º Passeio Btt "Rota das Ermidas"

Fugindo um pouco do habitual, participámos num evento organizado por um elemento, o 1º Passeio Btt "Rota das Ermidas". Na qualidade de guias e de ajudantes, lá fomos fazendo o nosso papel e disfrutando dos trilhos de Arnoso Sta Eulália... A partida pelas 9h30m prometia desde logo um porco no espeto à chegada, motivo mais que suficiente para andar bem e depressa, ou não. Misturados no meio do pelotão, motivando os mais lentos, ajudando os azarados, lá fomos fazendo os 34km. Umas fotos aqui, outras acolá, conversa amena e uma ou outra piada fizeram dos kms, metros. Lá chegámos ao porco no espeto, com o dever cumprido, perninhas doridas e a satisfação de um excelente dia de btt, até porque atendendo às condições climatéricas anunciadas, o tempo fez-se amigo. A repetir um dia destes... Rescaldo no Fórumbtt

Rota do Crocodilo

Muito calor e um crocodilo, predicados mais que suficientes para supor uma paisagem tropical, mas não, apenas um passeio interessante e cheio de (des)aventuras... A tão esperada Rota do Crocodilo* começou a ser pensada logo após a Neve de Pitões de Júnias e desenhada depois de Salamonde com água e Mariolas , isto porque fica sensivelmente no meio dos dois locais. Ainda que afastada dos dois percursos anteriores, esta tinha a particularidade de fazer a circumpedalada (nome da moda por estes dias) à albufeira da barragem da Paradela. Tudo começou na ponte dos Lagos em Frades, o outro extremo da barragem de Salamonde, que para além de um bom local para estacionar, é um bom local para se dar início a uma pedalada de 50km. Pelas 8h45m, já visitávamos a ponte da Misarela, ponte que outrora fora defendida das tropas francesas, vai para 2 séculos. Além da beleza do local, é dado o início a um trilho interessante em calçada romana, ainda que a subir nos leva a uma outra ponte menos interessa...

A (outra) Rota dos 5 Pinocos

Existem no mercado vários produtos que pela sua concentração de virtudes chamam a atenção e levam ao sucesso de vendas. Este percurso é exactamente assim. Um passeio duro, longo e extenuante foi o que nos calhou desta vez... O ponto de encontro à hora habitual deixou logo claro que nem todos se poderiam juntar à aventura completa. Motivos de várias ordens e acima de tudo os horários a cumprir deixavam antever a perda de elementos "pelo caminho". Tudo começou bem e animado não fosse dia de btt e com condições climatéricas espectaculares. O percurso prometido e estudado em laboratório tinha na sua composição "química", várias partes (as melhores) de outros percurso já feitos, mas a tentativa de agregar tudo num único era ambiciosa. A juntar a isto, a motivação geodésica. Começar bem o dia é a subir, dizem que dá saúde, e nada melhor que subir sabendo que a descida compensa o esforço, como no caso de uma divertida descida de downhill que nos levava para um trilho junto...

Rota das Capelas e Torres de Igreja

Nome apelativo este e que até deu azo a ligações a outras rotas com o mesmo nome mas que se desenrolam em terras diferentes. A nossa rota destinava-se a complementar um passeio, que iria tentar fugir à chuva e juntar na passagem alguns monumentos religiosos, estando nós em Maio mês de Maria toda esta conjugação fazia esperar uma manha bem passada. Arrancamos então com destino Guimarães onde iríamos visitar o seu Castelo, monumento este que se encontra ligado à fundação do Condado Portucalense e às lutas da Independência de Portugal. D.Careca, D.Conguito, D.Costix, D.Guerrero, D.Rido e D.Sognimod partiram com primeira passagem pela Capela de São Roque (Riba de Ave), tão perto e tão longe, que nunca tinha sido incluída no nosso registo fotográfico, tem sem duvida um valor nostaágico já que na adolescência de alguns de nós o Monte de São Roque está associado a uma caixa piro-técnica em forma de vaca a disparar para todos os lados “bichas de rabear”. Em fim-de-semana de Cruzes a nossa pass...

tu me laisses toute mouillée*

A frase retirada de uma polémica publicidade serve perfeitamente de título a este post. Se há quem fique molhado por causa da chuva, também os há que ficam molhados por outros motivos... O frio matinal contrastava com o calor dos dias anteriores, mas antes assim pois o percurso era ambicioso e convinha proteger o corpo de todas e quaisquer mazelas. Um pouco mais cedo do que é costume lá nos lançamos na tentativa de fazer algo épico. Por vezes os épicos são longe de casa, ou por uma razão especial, este não, este era-o à partida por simples factos: o autor, a distância e ser pertinho de casa. A chuva começou a aparecer timidamente mas o bom ritmo inicial colocou-nos nos montes da Bracara Augusta relativamente cedo, o que era um bom prenúncio para o resto do dia, mais ainda quando dá-mos de caras com um dos ícones da nossa juventude, a mítica Rampa da Falperra. Muitos de nós, nalgum momento da vida, acordou cedo e foi ver a dita prova de velocidade, que apesar de vista daqui não parecer ...